DIÁRIO DE VIAGEM: PERU – PARTE VI

OI
Demorou muito, mas chegou!
Finalmente a última parte da viagem!

Então vamos falar de Huaraz! Logo depois que voltamos para Cusco (depois de Machu Picchu), passamos a noite na cidade (no mesmo albergue) e no outro dia voltamos de avião para Lima e de lá pegamos um ônibus para Huaraz.
Em Huaraz ficamos no Hostel Akilpo, ele não tem site, mas também foi reservado pelo Hostelworld. Recomendo bastante, a cidade tem várias opções, o que ficamos não era a top, mas a localização era muito boa, bem na avenida principal. A cidade é pequena, mas ficar bem no centro ajudou bastante para sair para comer e para comprar coisas em mercados. O albergue é ok, limpo, confortável e organizado, o staff é ótimo, eles foram muito simpáticos e atenciosos. O único problema é que não tem café da manhã e, por ficar bem na avenida principal, o barulho é meio incômodo.
Falando sobre Huaraz, a cidade não é um destino dos mais famosos, mas vale muito a pena. A cidade em si não tem nada, mas o que interessa mesmo são os arredores. Em volta de Huaraz existem várias opções bacanas de passeios. Todos são trekking/caminhada, são passeios para curtir a vista e a natureza, bem diferente do resto da pegada ‘civilizações antigas’ do país (mas tem também!), mas que valem tanto a pena quanto.
Nós ficamos cinco dias na cidade e fizemos passeios quase todos os dias. Como eu disse, todos os passeios saem da cidade, no mesmo esquema de Cusco, então você precisa fechar com alguma empresa e combinar os lugares que quer ir. Nós fechamos no próprio albergue, lá eles já ofereciam os esquemas certinhos e explicavam de um jeito bem legal o que compensava mais. 
O primeiro passeio foi o Glaciar Pastoruri que fica no Parque Nacional de Huascarán e é um patrimônio natural da humanidade desde 1985. O lugar também é conhecido por ser a cordilheira branca e fica a 5200 metros de altitude. É um lugar maravilhoso e recomendo a todos que vão para a região não deixar de passar por lá, pois o nevado está sumindo, dizem que em menos de dez anos já não vai existir mais nada. 😦
Fomos de ônibus até quase o pico, a partir disso é uma caminhada de uma hora em média até o topo. Já aviso que é uma caminha árdua, a altitude é bem grande e é difícil pela respiração. Como eu já disse nos outros posts, eu fui a que passei mais mal, mas mesmo assim é cansativo, tem que ir com calma. 
Mas vale muito a pena, é um lugar maravilhoso.

Depois do Pastoruri, no outro dia fomos até Chavín. Primeiro no museu, depois no sítio arqueológico. Chavín era uma civilização pré inca e é uma das mais antigas de toda a América Latina. Ele dominaram de um jeito bem impressionante várias técnicas de construção, manufatura e decoração. As ‘cabezas clavas’, por exemplo, que estão no museu dedicado à civilização são as peças mais famosas de Chavín, e tem toda uma história de proteção e adoração bem bacanas sobre.
Vale muito a pena conhecer.

Nosso último passeio foi para a Lagoa Chinancocha, queríamos muito ter feito outros como a Lagoa 69, mas o cansaço estava absurdo já e preferimos esse que era mais light. 
Depois da Lagoa o ônibus passou em outros pontos, mas eu passei mal durante a viagem e não pude acompanhar, minha pressão despencou e precisei ficar no ônibus o resto do dia…

Bom então esse foi nosso passeio a Huaraz. Eu recomendo muito, foi uma passagem muito legal da viagem e eu adorei. A cidade por ser menor foi mais fácil de passear e sentir mais a ambiente, é um lugar bem diferente do que estamos habituados. O pessoal tem feiras livres onde se vende de tudo, de celular a frango vivo/morto. Tudo, MESMO. Foi bacana para entrar em contato com uma cultura e hábitos totalmente diferente do que estamos acostumados, muito legal, mesmo.
O único problema foi que, como essa foi a última parte da viagem, já estávamos todos muito acabados, então não aproveitamos como gostaríamos, mas ainda assim, foi ótimo.
De Huaraz voltamos para Lima e de lá para São Paulo. E então fim! 😦
Espero que vocês tenham gostado do meu relato/diário. Essa foi a última parte sobre os lugares, mas eu vou fazer mais uma última com as minhas impressões gerais do país, o que eu mais curti, o que ninguém pode esquecer de levar e mais algumas dicas que acho bacana. Aí sim vai acabar.
Então atá a próxima, e realmente última, parte! 
🙂

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