INDICANDO BIBLIOS

Há algum tempo eu procuro trabalhos de outros bibliotecários(as) por aí para ver o que o pessoal anda fazendo pelas internets.

Depois do vídeo de perguntas e respostas, vi que muiiita gente também queria saber sobre quem anda fazendo o que e resolvi fazer uma postagem com todas as pessoas que encontrei por aí.

O post está em eterna atualização, então se você souber de alguém que faz um trabalho bacana ligado a biblioteconomia na internet, deixe nos comentários que vou atualizando! Mas nada de bloguinho pessoal ok? É sobre biblio! 

A lista (em ordem aleatória!):

Revista Biblioo: https://biblioo.info/

Doce Biblioteca: https://docebiblioteca.wordpress.com/

Prateleira de cima: https://www.youtube.com/prateleiradecima

Biblioteca fantástica: https://www.youtube.com/channel/UCp6G6QLobRGBXVrpdQosltg

Bibliotecária leitora: https://www.youtube.com/channel/UC7PJsPuahxx6VodhFHIUSyA

Monitoria científica da FESP-SP: http://monitoriafabci.blogspot.com.br/

Santa biblioteconomia: https://santabiblioteconomia.com/

Revista eletrônica da ABDF (coluna do Daniel Guilarducci): http://revista.abdf.org.br/cultura/itemlist/user/351-danielguilarducci.html

Caçadores de bibliotecas: http://www.cazadoresdebibliotecas.com/?m=0

INFO home (do Prof. Oswaldo Francisco de Almeida Junior): http://www.ofaj.com.br/

ExtraLibris: https://medium.com/extralibris

Biblioteconomia para concursos: http://biblioteconomiaparaconcursos.com/

Index-a-Dora: https://indexadora.com/

Blogs de biblios: https://blogsdebiblio.wordpress.com/

Bibliotecários sem fronteiras: https://bsf.org.br/

Librarianship Studies & Information Technology: https://www.youtube.com/channel/UCUoHYecxMZmlx0mxdrL8S3w

SJSU School of Information: https://www.youtube.com/user/sjsuslis/videos

Librarian Wardrobe: http://librarianwardrobe.com/

 

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O véuA Biblioteca do Mediterrâneo

A SITUAÇÃO BIBLIOTECÁRIA

Oi Br, vocês vão bem? Vim fazer textão.

Nesse começo de ano tenho recebido tsunamis de perguntas sobre o mercado de trabalho, salário, oportunidades de emprego. Creio que seja por causa dos vestibulares e afins, ou não, vai saber.

Então para facilitar minha vida, em vez de responder mil vezes a mesma coisa, resolvi vir aqui fazer um textão e ai saio disparando o link e poupo meu tempo também.

Então, como está o mercado de trabalho? O salário é bom? Tem muitas vagas? Quanto você ganha? Vai dar para ficar rica?

NOPE. E não façam mimimi, vou mandar o sincerão mesmo.

Gente, antes de qualquer coisa: acordem, biblioteconomia está ligado a educação e cultura. Como andam esses dois aspectos no Brasil? Apenas reflitam.

Eu já falei mil vezes e todo mundo sabe ou não que eu faço doutorado e me dedico à pesquisa científica. OU SEJA, não estou no mercado de trabalho, então só posso imaginar como está e dizer o que acho. Então vou dividir o textão entre pós e mercado. Sigam por onde preferirem.

COMO ESTÁ NA PÓS?

Ruim. Não há verba, não há bolsa para todos e a pressão vai bem obrigada e aumentando. Aproveito para deixar alguns pontos claros: ninguém ganha bolsa para ‘não fazer nada’. Bolsa é salário e para recebe-la nós precisamos trabalhar, com carga horária semanal definida, assinar contrato de trabalho e ter dedicação exclusiva à universidade a que somos vinculados. Por tanto É TRABALHO, É TRABALHO COMO O SEU, DA SUA MÃE, DO SEU PAI, DE TODO MUNDO. Ela não vem fácil, nós não ‘vivemos a vida inteira de bolsa’, nós vivemos de trabalho e salário. Se chama bolsa porque a universidade pública não contrata pesquisador estudante e nem contrata sem concurso público, então temos bolsas para trabalhar para a universidade.

‘Ah mas você vive disso e não devolve nada para o país’. Devolvo sim. Eu publico artigos, apresento trabalhos em eventos científicos, me mantenho atualizada e produzindo para a universidade que eu estou vinculada. Tudo isso é de livre acesso e aberto PARA QUEM QUISER, inclusive você que está lendo isso agora. É só procurar. OU SEJA eu produzo conhecimento para meu país, para melhorar nossa situação e nossa educação.

Digo isso tudo porque tenho ouvido muito esse tipo de conversinha tosca de que aluno de pós não faz nada e só suga do Estado. Então apenas esclarecendo.

AH e a bolsa não cobre todos os gastos de eventos e afins, nós não temos férias garantidas, não temos 13º e não temos nenhum registro de trabalho.

E ai que tenho recebido também várias perguntas sobre ‘o que compensa mais e dá mais grana? Mercado de trabalho ou pós?’

MIGUE, se você pensa assim, não serve para pós. Sinto muito. Pesquisa científica é coisa séria. Não é carreirismo, não é status, não é ‘vida fácil concursada’. Pesquisa científica é estudo, trabalho, e dedicação para o futuro da educação do país. Se você só pensa em fazer pós porque paga bem, porque bolsa é de boas, você não vai aguentar cinco minutos de porrada.

Como faço projeto? Que assuntos eu posso discutir? Me ajuda a escrever? Não. Projeto é pessoal e tem que ser feito por você e com suas ideias. O google pode te ajudar com quase tudo, fora isso, quer fazer pós e tá com preguicinha de procurar informações e escrever? Então vá fazer outra coisa.

SOBRE O MERCADO:

Eu atuei como bibliotecária escolar por quatro anos. Ganhava bem? Não. Nunca ganhei bem. Ganhava o correspondente ao piso da época, dividido pelas horas que eu trabalhava (não eram 40 semanais). Era um salário ok.

Atualmente o piso é de R$2800,00 por 40 horas semanais. É só jogar no google. Fico pasma de ver quanto bibliotecário e estudante de biblioteconomia preguiçoso tem por aí. A pessoa prefere escrever uma mensagem enorme para saber quanto é a média salarial do que jogar no google. Pfv, né.

Eu fui demitida do colégio onde eu trabalhava porque a coisa apertou por lá e acharam mais do que justo demitir a bibliotecária para sobrar uma graninha a mais na escola. Nenhum aluno bateu o pé, nenhum pai reclamou. Assim morreu silenciosamente mais uma biblioteca (não entrou ninguém no meu lugar).

E é assim que é.

Antes de querer saber exatamente como anda o mercado levem em consideração qual região do país você mora, se é capital ou se é interior, enfim, tudo isso influencia e muda muito o cenário.

Aqui em Ribeirão Preto, interior de São Paulo não é bom. Não tem vagas sobrando e não tem vagas abrindo. Um biblio aqui vai trabalhar em algum colégio particular ou em uma das faculdades. Há opções para organização documental empresarial, mas pagam pior que os colégios. Há opções como Sesc, Senac, etc., mas não abre vaga nunca. Todos os biblios daqui estão no aguardo por locais como esses. Há também as universidades públicas de Ribeirão e região, que raramente abrem concurso. Já prestei 3, todos bem difíceis e com uma variação absurda de conteúdos na mesma prova. Há também instituições privadas, fundações, organizações que vez ou outra contratam um biblio para auxiliar em alguma biblioteca especializada, nunca vi um salário que chegasse nem perto do piso.

*Atualização: minha bff aqui de Ribs me disse que nunca trabalhou por aqui ganhando menos que o piso. AÍ SIM! 

As opções são essas. Não é sensacional, não é fácil e ninguém vai ficar rico. A gente vai levando assim, trabalhando em um lugar e já de olho para ver se encontra algo melhor. E sempre naquele medinho de ser mandado embora, porque né, sempre tem algo mais importante que o biblio.

MAS POR QUE VOCÊ TÁ NESSA ENTÃO?

Bom, eu estou porque gosto. A gente tem mil exemplos por aí de profissões que sofrem pra caramba, mas e aí? Vai deixar de ter professor no mundo?

É claro que essas profissões, principalmente as que são voltadas para cultura e educação, são sofridas e convivem com o descaso e desinteresse de todos, sim de todos. Mas cabe a quem gosta lutar por elas, e é nesse barco que eu estou. Eu amo minha profissão, eu vejo um bom futuro nela, pelo menos para mim, que estou me esforçando para mudar e fazer diferente.

É por isso que eu continuo. Eu quero terminar meu doutorado, quero ter a oportunidade de atuar em uma universidade pública (ou privada, pode chamar que eu vou!), levar novas ideias, ensinar novas cabeças, construir novos pensamentos. Quero continuar com meu canal, desmistificar minha profissão, levar informação de acesso rápido e simples paras as pessoas e ajudar o mundo a entender que as mídias atuais são muito fortes e importantes aliadas da educação. É isso basicamente.

MAS VOCÊ TÁ GANHANDO UMA GRANA NÉ?

NOPE. Até hoje meu canal me rendeu R$50,00. Isso mesmo. Eu fiquei um ano sem ganhar 01 real, vivendo da grana que eu guardei da minha demissão (porque sou menina ajuizada e não torrei tudo) e com a ajuda dos meus pais, que tenho muita sorte de terem a condição de me ajudar.

Não sou rica, não venho de família rica. Estou me esforçando muito para conseguir chegar onde pretendo. Consegui agora com muito trabalho uma bolsa na Fundação Biblioteca Nacional, porque na Unesp onde faço doutorado não ia ter 1 centavo para mim. E é assim que sigo. Faço meus vídeos por conta própria, compro os livros que leio e resenho (ganhei uns 3 até hoje), edito meus vídeos com programa piratex, MAS ESTAMOS AÍ, sem draminha e sem choramingo. Eu quis assim, eu quis fazer e faço com muito gosto.

Claro que já tive alguns convites e oportunidades, que são fruto desse trabalho. Vou curtindo essas coisas bacanas que aparecem e esperando que apareçam mais. ME CONVIDEM, PAGUEM A JANTA QUE VOU!

A dica que eu deixo para todos que querem entrar nesse bonde é: tenha amor pela profissão, abracem a causa e guardem toda a grana que rolar ser guardada. Dá para ser bem feliz assim!

*Aproveito para deixar a dica para quem me pede ‘favorzinho’ de graça também! Você trabalha sem ganhar? Então não peça isso dos outros 😉

É ISSO BR! Fim do textão. Vlw flws.

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FALA, BIBLIOTECÁRIA!

Oi, pessoal!

Nos últimos vídeos da tag ‘Fala, Bibliotecária!’ eu resolvi sair um pouco da Biblioteconomia em si e trouxe alguns temas utilitários. No primeiro vídeo, falei um pouco sobre a organização de um artigo científico e dei dicas bem legais para quem está começando o TCC. No segundo falei sobre as diferenças básicas entre cursos de pós graduação e quem serve para o que.

Espero que ajude!

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DIA DO BIBLIOTECÁRIO

A data já passou, foi 12 de março. Mas para não deixar passar batido por aqui, vou postar os três vídeos de comemoração que estão no canal. A repercussão foi muito bacana e acredito que para sermos reconhecidos precisamos trabalhar em divulgação.

Não adianta ficar parabenizando um ao outro enquanto todo o resto do mundo não sabe nem entende o que fazemos. Vamos sacudir isso aí.

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FALA, BIBLIOTECÁRIA: INDICAÇÕES DE LIVROS

Semana passada eu comecei uma tag bem especial no canal, a ‘Fala, Bibliotecária’. Através dela vou falar sobre assuntos ligados, obviamente, a bibliotecas e Biblioteconomia.

No primeiro vídeo falei sobre a importância das bibliotecas e achei a repercussão muito legal. Nesse segundo vídeo resolvi atender pedidos e fiz uma lista de livros sobre o universo bibliotecário, mas que seja acessível também para quem é de fora. Biblioteconomia para todos!

Querendo facilitar resolvi vir aqui e complementar o vídeo com esse post, colocando as referências de cada indicação. Então vamos lá!

  • Dos livros, de Edouard Rouveyre (Editora Casa da Palavra)

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Links: Estante virtualLivraria da Folha

  • No mundo dos livros, de José Mindlin (Editora Agir)

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Links: Estante virtualLivraria da Folha

  • Uma vida entre livros, de José Mindlin

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Links: Estante virtualLivraria Cultura

  • De bibliotecas e biblioteconomias: percursos, de Antonio Agenor Briquet de Lemos (Editora Brinquet de Lemos)

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Links: Brinquet de Lemos

  • O bibliófilo aprendiz, de Rubens Borba de Moraes (Editora Casa da Palavra)

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Links: Estante virtual – Brinquet de Lemos

  • Testemunha ocular, de Rubens Borba de Moraes (Editora Brinquet de Lemos)

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Links: Briquet de Lemos

  • As cinco leis da biblioteconomia, de S.R. Ranganathan (Editora Brinquet de Lemos)

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Links: Brinquet de Lemos

  • Introdução à biblioteconomia, de Edson Nery da Fonseca (Editora Brinquet de Lemos)

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Links: Brinquet de Lemos

  • Livros em chamas, de Lucien Polastron (Editora José Olympio)

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Links: Livraria da travessa

  • O poder das bibliotecas, de M. Baratin e C. Jacob (Editora UFRJ)

Links: Livraria da travessa

  • Tópicos em biblioteconomia e ciência da informação, de Jonathas Carvalho (Agência Biblioo)

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Links: Biblioo

Espero que vocês tenham curtido e que eu tenha ajudado um pouco quem tem curiosidade sobre a área!

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ABRE, BIBLIOTECA!

Hoje o papo é sério aqui no Ultiminho!

Não sei se vocês sabem, mas as Bibliotecas Parques do Rio de Janeiro estão fechadas por falta de verbas. Uma vergonha, não é?

Tenho visto pela internet a movimentação de vários colegas bibliotecários para conseguir que elas sejam reabertas e não só isso, que também funcionem em um horário melhor e contratem mais profissionais.

O ponto é: só tenho visto a classe bibliotecária lutando por isso, cadê o resto?

Você já pensou que está sendo prejudicado também?

‘Ah Gabriela, eu nem frequento biblioteca nenhuma’.

Mas poderia começar hoje mesmo! E não vai porque ela está fechada!

Vocês já pararam pra pensar o quanto podem usufruir desses espaços?

Todo mundo sabe que as livrarias (principalmente as online) têm facilitado muito e vários leitores estão preferindo comprar e receber em casa do que ir até uma biblioteca e alugar um livro. OK, entendo. Mas não é a única coisa a se fazer em uma biblioteca.

As Bibliotecas são um ponto comum. Você pode ir até lá ler seu livrinho, você pode ir até lá estudar. Tá andando meio sem pressa? Você pode dar uma paradinha e checar o acervo para ver se realmente é necessário comprar mais um livro. Você pode ir até lá ler os periódicos da sua cidade, você pode buscar informações sobre livros que sejam relacionados aos que você gosta. Leu em casa e gostou? Por que não montar um clube do livro e se encontrar na biblioteca?

Enfim, infinitas possibilidades.

Pra quem mora no Rio então… Você já visitou alguma Biblioteca Parque? Então vai lá dar uma olhada. Eu conheci a do centro e é um dos lugares mais legais que já vi no Brasil. Sim.

Como eu não estou no Rio, decidi fazer esse post como minha forma de protesto e tentar mostrar para todos como essa não é uma luta apenas dos bibliotecários. Todos estamos perdendo.

Se você é do Rio, amanhã 28/11 terá uma reunião lá na frente, compareça! E se você não é ajude assinando a petição aqui. Se você se interessou, curta a página do Movimento abre Biblioteca e ajude a causa.

E aproveitem essa oportunidade e façam um teste: visite uma biblioteca na sua cidade e veja como se sente lá dentro. Tente passar um tempo por lá, lendo, passeando ou trocando ideias com os amigos. Esses espaços são nossos, vamos usufruir!

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DIA DO BIBLIOTECÁRIO!

AEAE!
HOJE É DIA DO BIBLIOTECÁRIO!

Para comemorar eu resolvi homenagear meus colegas de profissão fazendo uma lista dos 5 bibliotecários mais legais da ficção (na minha opinião! rs)
Tem filme, tem livro, tem HQ, tem tudo! E é bacana para vermos o quanto esse profissional está inserido na vida de todos e muitas vezes passam ‘batido’.
Vamos lá!

Barbara Gordon, aka Batgirl:

AHA! Quem aí sabia que a Batgirl é bibliotecária? Pois é, essa é a profissão do dia a dia de Barbara Gordon!
Evelyn Carnahan:

Quem não conhece a bibliotecária charmosa de ‘A múmia’? E que bibliotecária/o não quis que a profissão fosse realmente assim! Haha
Madame Pince:

A dona de um dos cargos mais desejados pelos profissionais da áreas que são fãs de fantasia: Bibliotecária de Hogwarts! Já que não deu pra estudar, quem sabe rola um trabalhinho por lá?
Bibliotecária de ‘Universidade Monstros’ da Disney:

Admitam colegas de profissão, quem nunca quis uns tentáculos daqueles? Ajudariam muito com certos usuários… rsrs

Lucien, de Neil Gaiman:

Neil Gaiman vive falando por aí de sua admiração para com os profissionais dessa área. Para não deixar passar batido ele criou seu personagem Lucien, que cuida de uma biblioteca de livros nunca escritos!
Jorge de Burgos, de Umberto Eco:

Não poderia faltar aqui um bibliotecário do mal! Jorge é contra o riso, contra curiosidade e mais uma infinidade de coisas! Conservador ao máximo não mediu esforços para seus objetivos… Tenso!

E aí o que acharam da minha lista? Quais os bibliotecários favortitos de vocês?

🙂

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BIBLIOTECAS DISNEY!

OIS!
Ontem eu estava viajando por algumas páginas do facebook e topei com imagens da Bela (da ‘Bela e a Fera) lendo, na biblioteca da Fera e mais outras, e então pensei que os filmes da Disney trazem vários outros personagens leitores e referências a livros e bibliotecas. O que é muito legal!
Resolvi então trazer aqui para o blog alguns dos leitores mais ávidos, bibliotecas e referências de livros no universo Disney!
Começando pelo óbvio (que eu acabei de falar, rs), a referência mais forte a biblioteca, leitura e amor aos livros: Bela!
Ela aparece logo no comecinho do filme em uma biblioteca ‘pública’ do vilarejo, devolvendo um livro e já pegando outro. A Fera espertinha, logo saca que a moça é nerd e dá, em vez de um livro, sua biblioteca toda pra moça! Fala sério, conquistou, né!
Ainda nas garotas nerds, Jane foi pra selva, mas não deixou seus livros em casa. Tratou de botar tudo na mala e levar junto, afinal de contas além de mocinha da história ela é também pesquisadora! No fim das contas até ensinou o Tarzan a ler.
Todo mundo adora ler em um lugar diferente e tranquilo, né? Pois é, a Anita também e numa dessas ela conheceu Roger e acabou se apaixonando
Roger até tem uma mini biblioteca bagunçada no seu apartamento. Espero que depois do casório ela tenha ficado mais organizadinha, haha.
De volta nas princesas, Rapunzel é uma princesa que vivia entendiada com uma meia dúzia de livros na torre que morava. Quando Flynn leva ela para dar uma passeada pelo mundo, espertinho também, trata logo de levar a mocinha em uma biblioteca.
E pensa que os livros estão reservados apenas as condições normais de uso no universo Disney? Nada disso. A sereia Ariel também gosta deles! E porque esse artefato mágico não pode sobreviver embaixo d’água? Claro que pode!
Como uma boa colecionadora ela obviamente tem alguns exemplares!
E claro que eu não poderia deixar de fora um dos personagens mais legais e maiores referências de sabedoria: Merlin! Ele resolve que Artur precisa aprender a ler e escrever e se muda para seu castelo com tudo que tem direito, ou seja, a biblioteca completa!
Quem não se lembra dessa cena da mala? 
E por último, você acha que só os bonzinhos estão interessados em leitura? Nada disso! Olha a Rainha Má da Branca de Neve, ela tem sua própria biblioteca também! E só edição luxo, hein? Fina! Hahaha.
*Imagens: Google imagens e Oh my Disney!
E aí, gostaram? Alguém se lembra de algum outro personagem que não coloquei por aqui? 
Adorei fazer esse post, super me diverti procurando e vendo o quanto os livros estão presentes no universo dos desenhos! 
🙂

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CAFÉ DA BIBLIOTECA: COMO TUDO COMEÇOU

OI!

Ai gente, muita paciência com meus sumiços! Essa vida de estudar e trabalhar tá complexa! rsrs.
Mas enfim, voltei o/ e queria fazer um fala que te escuto aqui, haha, brincadeira.
Já falei diversas vezes aqui no blog que sou bibliotecária, ok. Mas hoje resolvi contar um pouco sobre como cheguei onde trabalho e da minha experiência com biblioteca escolar, isso vai facilitar um pouco os próximos posts que planejo fazer e aí não preciso ficar toda hora falando a mesma coisa, rs.
Então, há quase quatro anos trabalho na mesma escola. Quando cheguei o objetivo era apenas montar uma biblioteca universitária, pois o colégio seria também uma faculdade de administração no período noturno. Depois de concluído esse primeiro trabalho a diretora da escola, conversando comigo, resolveu que seria bacana se eu ficasse e montasse também a biblioteca da escola (que até então era inexistente), então para mim foi uma ótima experiência, pois atualmente trabalho em uma biblioteca que foi criada por mim.
Já haviam alguns livros no colégio, mas insuficientes, pedi então para realizarmos algumas compras e assim fui montando o acervo que tenho hoje. Minhas compras sempre foram baseadas na opinião dos alunos, pensando sempre nos maiores interesses deles. Somei a isso a minha própria opinião, sou leitora assídua (como vocês já sabem, rs) e sempre acompanho as novidades literárias, então fica fácil saber o que é bacana ou não comprar.
Minha prioridade sempre foram os livros que os alunos querem ler. Eles precisam ler clássicos? Ter experiência com livros mais difíceis? Sei que sim, mas acho que antes disso tudo vem o interesse pela leitura em si e para isso é necessário instigar. Eu acho que a melhor maneira de atrair o jovem leitor à uma biblioteca é mostrando que ali tem o que ele tem vontade de ler, aí depois a gente cuida de manter o hábito e fazer as apresentações a outras obras.
Então fiz isso, trouxe livros que estavam sendo adaptados para o cinema, seriados de TV e os mais falados no momento. Deu super certo, meu público na biblioteca é relativamente grande comparado ao número de alunos na escola e o mais importante: é crescente.
Hoje tenho 886 usuários cadastrados na biblioteca e no primeiro semestre um total de 1526 livros emprestados, a participação daqui é bem bacana e o que mais me deixa feliz é que o público do ensino médio freqüenta bastante, é o grupo que acho ser o mais difícil manter o hábito.
Enfim, sobre a classificação, optei por manter os livros classificados por cores. Acho completamente desnecessário CDD/CDU em bibliotecas escolares, acredito que eles têm que entender como os livros estão organizados, isso facilita muito a assimilação e eles se sentem mais próximos das obras. Sem medo da estante, acho isso fundamental! Então separei de acordo com faixa etária/ensino: ensino infantil – fundamental – médio. Acho que funciona muito bem aqui, melhor do que um monte de números que ninguém entenderia nada. Eles podem entrar, sabem onde estão as coisas que são indicadas e se sentem a vontade para mexer. Para mim, isso é fundamental, a descoberta da estante, mexer até achar algo que desperte a atenção e poder fazer isso. Por isso minha escolha. Biblioteca tem que acolher não afastar!
Enfim, acho que era mais isso que eu queria falar, por enquanto, haha. Sei que foge um pouco aos meus assuntos aqui do blog, mas acho bacana ter um espaço para falar um pouco sobre minhas experiências e trocar idéias com outros miguxos bibliotecários! Rsrs.
No próximo post vou falar sobre os livros mais amados da biblioteca!

Vamos bater papo, bibliotecários!
🙂

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