VÍDEO NOVO NO CANAL!

AEAE!
Depois de um ~tempinho, rsrs, VOLTEI!
No vídeo de hoje um vlog rápido sobre minha viagem para o Rio com minhas visitas à bibliotecas de lá!
Para quem quiser ver mais lá na página do Facebook fiz um álbum todinho para meu tour bibliotecário.
😀

#oultimojuro
🙂

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Conheça meu conto!

DIÁRIO DE VIAGEM: BUENOS AIRES PT. II

AE!

Bom, como eu já tinha dito, estou fazendo um diário de viagem de Buenos Aires! Falei sobre nossos dois primeiros dias na Parte I e agora vou falar do resto! Então partiu!

No terceiro dia de viagem estávamos sem programação marcada, então acordamos mais tarde e saímos para bater perna. Fomos até o congresso, de lá para a Avenida de Mayo e seguimos passeando. Paramos no lindíssimo Café Tortone para almoçar, super indico! Não é muito caro, a comida é uma delícia e o lugar é parada obrigatória!





De lá seguimos passeando, fomos até o Palácio Barolo, mas não havia mais visitas monitoradas no dia e lá os passeios são apenas dessa maneira. Fomos então em uma exposição sobre Evita Perón quase do lado e depois fomos ao Teatro Colón. No teatro também não conseguimos pegar a visita guiada então seguimos de metrô até a Livraria El Ateneo. O metrô (subte) de BAs é muuuito fácil de pegar e usamos nos outros dias tranquilamente também.
A livraria é um show a parte! Era um antigo teatro que foi adaptado, então imaginem! Nem surtei, bobeira… Por mim passava o dia inteiro lá! Rsrs. Depois de tudo isso fomos voltando para o hotel e a noite saímos para andar pela Calle Florida e comer pizza. A vida noturna por essa rua é bem agitada e animada! Jantamos em um restaurante indicado pelo recepcionista do hotel chamado ‘El Inmortale’, muito bom!

No sábado, quarto dia, acordamos mais cedo, pois tínhamos um tour pelos outlets marcado. Saímos por volta das 9hrs e começamos passando pelos lugares que vendem couro. Posso falar? Decepção! Se alguém tivesse me avisado antes como seria, eu nem iria. Para começar, não um complexo de lojas, são lugares separados e o guia foi nos levando um a um de carro. Tudo muito caro, os artigos em couro são bem bonitos, mas caros e as peças de promoção de marcas famosas todas HORRÍVEIS! Parece coisa falsificada! Péssima qualidade e só camisetas e uns jeans, bem ruim mesmo! Não indico, sério, é perda de tempo! Nessa zoeira aí foi uma manhã toda!

Depois disso passeamos pela Galerias Pacífico, que é um shopping liiindo que fica na Calle Florida e almoçamos. Depois do almoço voltamos ao Teatro Colón para enfim fazer a visita guiada!
Gente, que lugar mais maravilhoso! É um teatro recente, de 1908 e foi restaurado entre 2005 e 2009, mas vale demais a visita! É lindo e pura ostentação, rsrs. Vale a pena!



Voltamos mais cedo porque tínhamos reservado mesa para uma balada famosa de Buenos, o Asia de Cuba! Reservamos mesa (tem que reservar!) na sexta para irmos no sábado. O Asia é um restaurante e boate, até a meia noite funciona como restaurante e depois a galera tira as mesas e começa uma baladinha. Jantamos lá, e recomendo também! Comida deliciosa com preço justo! E depois ficamos até por volta de 4hrs numa balada bem animada!
No domingo pagamos caro pela balada, rs, quase perdemos a hora para nosso passeio de barco! No fim deu tudo certo e conseguimos ir, rsrs.
O passeio sai de Puerto Madero e vai até Tigre, o caminho é bem lindo e o passeio foi animado! Chegando lá descemos e fizemos o retorno passando pelas cidadezinhas e parando em San Telmo, bairro de BAs que tem aos domingos uma feira de artesanato e antiguidades bem bacana!



Passeamos pela feira, almoçamos por lá e voltamos para o hotel. A noite fomos jantar em um restaurante chamado TGI Fridays, em Puerto Madero, que é tipo um Outback, delícia!
No nosso último dia, segunda, demos só uma andada geral pelo centro, compramos os alfajores para levar pra galera (hehe) e voltamos para o hotel. Nosso vôo saiu as 16hrs!

Bom gente, essa foi minha viagem para Buenos Aires! Espero que vocês tenham gostado do meu ‘diário’ e que minhas dicas ajudem futuros viajantes! 😉

🙂

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DIÁRIO DE VIAGEM: BUENOS AIRES PT.I



AE!

Resolvi ‘começar’ o ano fazendo DIÁRIO DE VIAGEM! AE! Já comentei por aí, no fim de Dezembro fui para Buenos Aires com duas amigas passear, então vou falar um pouco dos meus dias por lá aqui!
Como foram apenas cinco dias e uma cidade só, vou tentar ser sucinta e falar tudo em duas partes! Rsrs. Bom vamos lá!

Antes de mais nada, diferente de minhas outras viagens, dessa vez fui através de uma agência aqui de Ribeirão Preto. Como BAs é perto e seriam pouco dias fizemos algumas cotações e descobrimos que sairia praticamente o mesmo preço ir por conta ou ir com agência, mas na segunda opção é bem mais cômodo, né?
Enfim, fizemos nosso pacote com um hotel no centro da cidade, pertinho da Calle Florida. O hotel se chama Fertilia e super indico! O lugar é ótimo, acomodações super boas, atendimento excelente e um café da manhã delícia!
Saímos de Guarulhos no dia 17/12, quarta, bemm cedinho e chegamos por volta das nove em BAs, como fechamos um pacote havia um transporte nos esperando no aeroporto.

Chegando no hotel nosso guia foi até lá para combinarmos alguns passeios e o famoso show de tango. Fechamos o show no Teatro Carlos Gardel, já para quinta, assim aproveitaríamos a sexta e sábado a noite para baladinhas, rs. O pacote do show inclui um jantar e o espetáculo, com o transporte de ida e volta incluso. Preferimos o Carlos Gardel às outras opções porque lá é um show bastante tradicional. Existe o show do Señor Tango, por exemplo, mas já um espetáculo mais estilo Broadway e cheio de firulas, deve ser bacana, mas não é o tango de verdade, entendem? Então demos preferência ao Carlos Gardel. Mas calma, já volto a falar sobre ele, rs.
Fora o show, aproveitamos também e fechamos um passeio peloRio de La Plata que vai até Tigre. Escolhemos o passeio premium que faz todo o trajeto de barco.

Além dos dois combinamos também uma volta pelos outlets de BAs. Decidimos não fazer o famoso passeio pelo Zoologico que é fora da cidade, aquele que você pode entrar nas jaulas e colocar a mão nos bichinhos, sabe? Então, decidimos não ir. Eu já não estava afim desde o início e chegando lá as meninas resolveram que seria melhor, mesmo. Por que? Pelo simples fato de que o Zoo dopa todos os bichinhos que ficam ‘abertos ao público’, muita gente diz que não, MAS SIM. Pergunte a qualquer pessoa de BAs, todo mundo sabe.
Eu acho o fim do mundo isso, não vejo a menor graça em tirar foto com bicho. Sinceramente, em uma cidade com tanta arquitetura, cultura e lugares maravilhosos eu acho meio idiota você perder um dia inteiro saindo da cidade (é longe!) só para tirar foto com tigre. Enfim, não concordo, acho altamente de mau gosto e decidi não contribuir com meu dinheiro. Dizem que o Zoo se mantém praticamente só com o turismo brasileiro, é para se pensar, hein?

Enfim, voltando ao foco, rs. No nosso primeiro dia fechamos os passeios, almoçamos perto do hotel e fizemos um city tour que estava incluso no nosso pacote. Indico a quem for comer nos restaurantes mais comuns e que a galera da cidade come, os turísticos são caros e você não vai comer tão bem. Comi uma salada maravilhosa num restaurante bem simples lá, e baratinho!

Resolvemos fazer o city tour no primeiro dia para já ter aquela geral da cidade e pensar sobre o que fazer e onde ir ou voltar nos outros dias. Foi ótimo e realmente ajudou a montarmos nosso roteiro.


Passamos pela Plazza de Mayo, avenidas principais, estádio do Boca, El Caminito, Puerto Madero e centro. Tudo bem lindo, minha única decepção foi o Caminito. É um lugar hiper famoso e turístico, mas está totalmente mal cuidado! Achei feio e sem charme nenhum. Tanto que depois nem voltamos lá. Acho que vale a pena dar uma passada rápida como fizemos, só para não dizer que não foi sabe? Mas só. Ah, e para quem for, cuidado, é o maior alvo de assaltos a turistas e trambiques, olho aberto!



Depois de todo esse tour paramos em um barzinho gracinha na Calle Florida, tomamos uma Quilmes e depois jantamos no Mc Donalds, rsrs. Daí foi voltar pro hotel e morrer! Haha, estávamos muito cansadas!



No segundo dia a primeira para foi o Estádio do Boca Juniors. Não ligo para futebol, mas minhas amigas curtem, então claro que acompanhei! Foi um passeio bacana até, o estádio tem um museu, a visita guiada foi divertida e bem animada! O único chato é que o estádio estava passando por reformas, então estava sem gramado! =/



Depois do estádio pegamos um táxi para tentarmos visitar o Museu de Arte Contemporânea. Já deixo o aviso aqui: cuidado com os táxis! Esse cara que levou a gente fez um caminho mil vezes maior para cobrar mais, e assim que notamos pressionamos para saber onde estávamos e ele voltou para a rota certa. Aconselho não pegar táxis em pontos fáceis, tipo na frente do estádio, na saída dos pontos turísticos e tals, é melhor andar um pouquinho e chamar um na rua.
Chegando no Museu, fomos antes almoçar e depois voltamos. Acabamos não entrando porque a exposição não estava tão interessante. Fomos voltando a pé para o hotel, aproveitamos e passamos pela Plaza de Mayo, tiramos algumas fotos e visitamos a farmácia mais antiga de BAs! Depois disso voltamos para o hotel, para tomar banho e tals pois a noite tivemos o show de tango!

Agora sim falando sobre o show, rs. O jantar foi uma delícia, bebidas a vontade e atendimento impecável. Começa por volta das 20:30/21hrs e o show depois por volta das 22hrs até a meia noite. É um espetáculo bem grandinho até e muito lindo! Gente fiquei muito impressionada e completamente boba de ver! Maravilhoso! Além do tango tem também uma orquestra que fica em cima do palco, demais! Recomendo muito o Carlos Gardel!
(Não tenho fotos do show porque minha câmera é super grande e não quis levar no dia, então ficaram apenas fotos de celular mesmo, com qualidade duvidosa! haha)


Bom gente, essa foi a primeira parte da minha viagem para Buenos Aires! Espero que vocês tenham gostado, na segunda parte tem outlet, passeio de barco e baladinha!

🙂
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DIÁRIO DE VIAGEM: PERU – PARTE VII

AE!
Demorou, mas chegou!

Então que eu tinha dito que faria um post final da viagem! Demroei um pouquinho, mas tá aí! o/
Na verdade resolvi escrever esse post mais para falar sobre as minhas experiências e no fim uma lista final do que não se deve esquecer de levar, já até falei um pouco, mas resolvi retomar.
Bom, essa viagem foi bem marcante para mim, foi a primeira vez que viajei com todos os meus melhores amigos e numa turma grande. É complicado? Não sei, para nós não foi, nós somos amigos da vida toda, então todo mundo se conhece e convive bem, então na minha experiência, foi ótimo
Acho que para quem viaja num grupo com menos amizade, pode ser mais complicado, mas se você tem um grupão assim, recomendo. É muito bom viajar em turma grande, fica bem mais animado e é bem diferentede viajar em dois, três.
O país é um caso à parte. Essa viagem estava nos nossos sonhos há uns dois anos, pelo menos. O Peru é um país sensacional. Você encontra paisagens naturais, história, sítios arquelógicos, uma arquitetura legal nas cidades maiores, floresta, montanha, deserto, enfim, tudo! Foi uma experiência incrível passar por tantas paisagens e lugares um totalmente diferente do outro em tão pouco tempo
Fora toda essa parte ‘física’, o choque cultural também é algo impressionante. O país é pobre, muito mais do que estamos acostumados a ver no nosso dia a dia, mas as pessoas são muito alegres. Trouxe comigo uma lição de humildade, de parar e pensar um pouco em toda essa loucura de consumismo e valorização das coisas erradas que sufocam a gente na nossa rotina.
Lá eu vi um povo que trabalha, independente da idade, que está sempre na rua tentando garantir o seu. Muito ambulante e pouco mendigo, lá eles aproveitam o turismo e vendem tudo que é possível ser vendido, é engraçado e irritante ao mesmo tempo, rs. Mas posso dizer que trouxe uma bagagem comigo, viagem é bom por isso, a gente conhece pessoas, lugares e tal, mas tem que trazer algo junto, né? 
É bacana gostar de moda, de algumas futilidades e tal, mas acho que isso tem chegado às pessoas como que uma obrigação, é um rolo compressor de ‘seja magra’, ‘seja bonita’, ‘seja na moda’, que quando você percebe já está na neura e totalmente levada por valores que não tem a mínima importância. Para mim essa viagem veio na hora certa, para me dar a oportunidade de enxergar com meus próprios olhos e vivenciar que a vida é muito mais.
‘Ah, Gabriela, mas você é tonta, mesmo, hein? É claro que a vida é muito mais…’. É fácil dizer, mas olhe para você mesmo e se pergunte se esse mundo louco do ‘must have’ não te afeta nenhum pouco. Falar é fácil, mas quando a gente vive mesmo a coisa, quando chega lá e vê que não é só isso é bem diferente é bem mais forte. Eu precisava daquele sustinho.
Eu acho que é bem isso mesmo que eu tenho para dizer. Os meus lugares preferidos eu já disse ao longo dos posts… E isso é bem pessoal também, né? O que eu posso afirmar é que essa é uma viagem que vale muito a pena e é muito enriquecedora. Se algum dia você teve uma leve vontade, .
Falando sobre o que não pode ser esquecido eu fiz uma listinha e vou deixar aqui para vocês:
– Filtro solar
– Protetor labial (é MUITO necessário!)
– Óculos de sol
– Um chapéu (se você não tem compre lá, tem uns bem legais e MUITO baratos…)
– Um casaco corta vento
– Roupas de frio e calor que possam ser usadas juntas (tem lugares que é calor no começo e fica frio depois)
– Uma mochila boa
– Tênis de trekking
– Repelente (se você for no verão, no inverno não tem mosquitos)
– Recomendo sabonete líquido no lugar do em barra pela praticidade
– Segunda pele para os lugares frios (porque deixa a roupa mais leve, não precisa de mil camadas)
– Kit de coisinhas emergenciais: tesoura, fita adesiva, uma linha e agulha, fósforo, essas coisas
– Hidratante corporal (se você for no frio, é bom, a água quente deixa a pele muito ressecada)
– Lenços umedecidos (parece bobo, mas eu levei e usei MUITO! Serve pra tudo, limpa sapato, rosto, ajuda em banheiro zuado, enfim, TUDO!)
– Lenços de papel, papel higiênco, enfim leve muito de tudo isso, nenhum banheiro público lá tem papel, NENHUM.  
Bom acho que é isso, caso em lembre de algo vou atualizando a lista…
Espero que vocês tenham curtido os posts e que eu tenha ajudado quem tem vontade de ir! Qualquer dúvida ou pergunta estou à disposição!
Então chegamos mesmo ao fim agora! Obrigada por me acompanharem nesse diário!
🙂

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DIÁRIO DE VIAGEM: PERU – PARTE VI

OI
Demorou muito, mas chegou!
Finalmente a última parte da viagem!

Então vamos falar de Huaraz! Logo depois que voltamos para Cusco (depois de Machu Picchu), passamos a noite na cidade (no mesmo albergue) e no outro dia voltamos de avião para Lima e de lá pegamos um ônibus para Huaraz.
Em Huaraz ficamos no Hostel Akilpo, ele não tem site, mas também foi reservado pelo Hostelworld. Recomendo bastante, a cidade tem várias opções, o que ficamos não era a top, mas a localização era muito boa, bem na avenida principal. A cidade é pequena, mas ficar bem no centro ajudou bastante para sair para comer e para comprar coisas em mercados. O albergue é ok, limpo, confortável e organizado, o staff é ótimo, eles foram muito simpáticos e atenciosos. O único problema é que não tem café da manhã e, por ficar bem na avenida principal, o barulho é meio incômodo.
Falando sobre Huaraz, a cidade não é um destino dos mais famosos, mas vale muito a pena. A cidade em si não tem nada, mas o que interessa mesmo são os arredores. Em volta de Huaraz existem várias opções bacanas de passeios. Todos são trekking/caminhada, são passeios para curtir a vista e a natureza, bem diferente do resto da pegada ‘civilizações antigas’ do país (mas tem também!), mas que valem tanto a pena quanto.
Nós ficamos cinco dias na cidade e fizemos passeios quase todos os dias. Como eu disse, todos os passeios saem da cidade, no mesmo esquema de Cusco, então você precisa fechar com alguma empresa e combinar os lugares que quer ir. Nós fechamos no próprio albergue, lá eles já ofereciam os esquemas certinhos e explicavam de um jeito bem legal o que compensava mais. 
O primeiro passeio foi o Glaciar Pastoruri que fica no Parque Nacional de Huascarán e é um patrimônio natural da humanidade desde 1985. O lugar também é conhecido por ser a cordilheira branca e fica a 5200 metros de altitude. É um lugar maravilhoso e recomendo a todos que vão para a região não deixar de passar por lá, pois o nevado está sumindo, dizem que em menos de dez anos já não vai existir mais nada. 😦
Fomos de ônibus até quase o pico, a partir disso é uma caminhada de uma hora em média até o topo. Já aviso que é uma caminha árdua, a altitude é bem grande e é difícil pela respiração. Como eu já disse nos outros posts, eu fui a que passei mais mal, mas mesmo assim é cansativo, tem que ir com calma. 
Mas vale muito a pena, é um lugar maravilhoso.

Depois do Pastoruri, no outro dia fomos até Chavín. Primeiro no museu, depois no sítio arqueológico. Chavín era uma civilização pré inca e é uma das mais antigas de toda a América Latina. Ele dominaram de um jeito bem impressionante várias técnicas de construção, manufatura e decoração. As ‘cabezas clavas’, por exemplo, que estão no museu dedicado à civilização são as peças mais famosas de Chavín, e tem toda uma história de proteção e adoração bem bacanas sobre.
Vale muito a pena conhecer.

Nosso último passeio foi para a Lagoa Chinancocha, queríamos muito ter feito outros como a Lagoa 69, mas o cansaço estava absurdo já e preferimos esse que era mais light. 
Depois da Lagoa o ônibus passou em outros pontos, mas eu passei mal durante a viagem e não pude acompanhar, minha pressão despencou e precisei ficar no ônibus o resto do dia…

Bom então esse foi nosso passeio a Huaraz. Eu recomendo muito, foi uma passagem muito legal da viagem e eu adorei. A cidade por ser menor foi mais fácil de passear e sentir mais a ambiente, é um lugar bem diferente do que estamos habituados. O pessoal tem feiras livres onde se vende de tudo, de celular a frango vivo/morto. Tudo, MESMO. Foi bacana para entrar em contato com uma cultura e hábitos totalmente diferente do que estamos acostumados, muito legal, mesmo.
O único problema foi que, como essa foi a última parte da viagem, já estávamos todos muito acabados, então não aproveitamos como gostaríamos, mas ainda assim, foi ótimo.
De Huaraz voltamos para Lima e de lá para São Paulo. E então fim! 😦
Espero que vocês tenham gostado do meu relato/diário. Essa foi a última parte sobre os lugares, mas eu vou fazer mais uma última com as minhas impressões gerais do país, o que eu mais curti, o que ninguém pode esquecer de levar e mais algumas dicas que acho bacana. Aí sim vai acabar.
Então atá a próxima, e realmente última, parte! 
🙂

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DIÁRIO DE VIAGEM: PERU – PARTE V

AE!
Já estou quaaase chegando ao fim do meu diário! todos chora
Mas então vamos lá que essa é uma parte ~importante!

Muitas coisas para se falar sobre Machu Picchu!
Então, depois dos últimos passeios em Cusco, no domingo, pegamos o trem para Aguas Calientes (ou Machu Picchu Pueblo). As passagens foram compradas aqui no Brasil, pela Peru Rail e preciso falar sobre isso. 
Depois de procurarmos bastante chegamos a conclusão de que seria melhor comprar tudo daqui. As passagens de trem e os ingressos para Machu Picchu e Huayna Picchu (a montanha que fica atrás!). Já tínhamos decidido que iríamos subir a montanha e, como são permitidas apenas 400 pessoas por dia lá, achamos melhor comprar com antecedência.
Estávamos certos sobre Huayna Picchu, para quem quer subir o certo é mesmo comprar antes, mas o trem não. Existem vários pacotes nas agências que falei em Cusco, e a maioria sai mais barato. Compensa, se você tiver o desprendimento e não se importar de ir atrás, deixar e comprar lá.
Em Aguas Calientes ficamos hospedados no Hostal Pakarina. É um bom lugar, mas está em reforma, então foi um pouco incômodo. Recomendo a quem for agora procurar outro lugar (tem muitos lá!), mas quando a reforma acabar, recomendo ele, porque vai ficar bem bom!
Aproveitando, já vou falar sobre a ‘cidade’. Chegamos no domingo para ir a Machu Picchu na segunda (tem que sair cedinho!), então no domingo apenas passeamos pela cidade e fomos assistir à final da copa
O lugar tem muitas opções de restaurantes, por isso procure bastente e barganhe. Alias, barganhe tudo porque Aguas Calientes é caro, MUITO CARO. Quando chegamos fiquei assustada com o nível de exploração, imaginei que seria mais caro, pois o lugar é o ponto mais visitado do país, mas gente, é muiiiiiito pior do que eu imaginei, é quase uma ofensa, sério.
Depois de almoçar e ver o jogo, fomos comprar a passagem de ônibus que leva da cidade até Machu Picchu. Só existe uma opção, ou você vai com o ônibus oficial, ou a pé. A pé deve ser uma média de 2hrs a 3hrs de caminhada e muita subida, então pra já chegar até o parque cansado, para nós, não rolava, pois ainda subiríamos Huayna Picchu. Chegando lá para comprar a passagem, outra surpresa, ela custa rídiculos $53,00 soles, isso mesmo, $53,00 para andar nem vinte minutos num ônibus. É absurdo e não tem como escapar.
Fui pega totalmente de surpresa, pois não havíamos visto em lugar nenhum esse valor e eu acreditei que seria beeem menos. Fora isso se prepare para, uma água que costuma custar $1 sole, você pagar $6. É por aí.
Enfim, já na segunda que iríamos, acordamos por volta de cinco da manhã, para chegar antes das seis no ponto do ônibus. Fizemos um bom café e levamos lanches para o almoço, para não depender dos restaurantes locais (IMAGINA O PREÇO!) e também porque o pessoal do hostel nos ofereceu os lanchinhos já prontos. Chegando no ponto, outra surpresa, a fila estava absurda já pouco antes das seis da manhã. Ficamos meio tensos, pois nossa hora de subida à Huayna Picchu era das 7hrs às 8hrs, mas deu tudo certo. Demorou um pouco, mas nem tanto.
Em Machu Picchu é proibida a entrada com comidas, então tivemos que guardar os lanches em um gurda-volumes e entrar, depois sair para comer e voltar. É tranquilo, mas chatinho, não sei se, se os lanches estivessem bem escondidos passariam e não sei se é possível almoçar lá dentro de boa. 
Assim que entramos já corremos para o local de subida de Huayna Picchu. Havia uma pequena fila que passamos rápido e começamos a subir.
Preciso dizer que eu estava mais empolgada com a montanha do que com a cidade inca, e não é pra menos, esse é um senhor desafio para quem, assim como eu, nunca havia feito nada parecido.
Então sobre Huayna Picchu, nós já tínhamos visto vários vídeos e relatos de uma galera que foi e todos passavam o maior medo e faziam muito terrorismo. Todo mundo estava meio tenso e não sabíamos se iríamos dar conta. 
No final chegamos até o topo, sim! O povo exagera demais e o que eu tenho para falar da subida é: é difícil, sim, mas está longe de ser impossível. É bastante cansativo, mas se você for parando, dá para fazer. Leve água, chocolates, barrinhas, frutas, essas coisas e vá comendo durante a subida, mas não precisa levar um mundo de coisas. E veja bem, estou falando tudo isso e do meu grupo fui a que mais sofri! Fiquei mais para trás e parei bastante, pois tive problemas com a altitude e respiração, mas mesmo assim consegui e não foi tão difícil assim.
Vale muito a pena e para quem tem ânimo e vontade, recomendo muito! A vista é maravilhosa e a sensação de superar limites é sensacional. Acho que posso dizer que gostei mais de subir Huayna Picchu do que de Macchu Picchu em si. É uma experiência que tenho certeza que sempre vou levar comigo, e aquela sensação de olhar a montanha depois e falar: eu subi aquilo! É foda.
A descida é mais difícil que a subida, é complicado e você precisa ter muita atenção no caminho. As escadas são bem estreitas, então tem perigo de escorregar e tal, mas com cuidado e atenção, dá para ir bem.

Depois da montanha fomos almoçar. Como já disse, saímos, sentamos em um cantinho e comemos. 
Depois voltamos para dentro e fomos andar por Machu Picchu. A área do parque é bem grande e tem bastante coisas para ver. Demoramos mais umas três horas visitando tudo.
Pensamos em contratar um guia, para ir explicando cada coisa, falar sobre detalhes e tals, porque é interessante e você aproveita bem mais a visita, mas é impossível. Eles cobram muito caro (cerca de $25 soles/pessoa), aí fica sem condições. Então ficamos sozinhos, mesmo.
Não há muito o que se dizer de Machu Picchu, é aquilo que se vê nas fotos, só que mais bonito. Não é uma contrução tão antiga, é do século XV e eu, particularmente, fiquei um pouco decepcionada com o nível de restauro
Hoje Machu Picchu tem apenas 30% de construções originais, todo o resto é restauro. é bem bonito de se ver, mas eu achei que fica um pouco falso. Eu prefiro mais as coisas em estilo de ruína, como é Caral, por exemplo. O lugar também é muito lotado, então aquela vibe que falam, o astral do lugar, as ~enegias, são um pouco ilusórias. Pelo menos eu achei. Não consegui sentir tudo isso em um lugar lotado de gente falando, enfiando a camêra em todos os buracos e passando na sua frente, mas sei lá, pode ser comigo.
Mas é bem lindo, sim.

No final das contas o que eu acho: claro que é um lugar que você deve conhecer. Não dá para ir ao Peru e não conhecer Machu Picchu, mas não vá esperando muito. Eu me decepcionei, primeiro com a cidade cara, e a exploração e depois com esse lugar lotado e todo restaurado.
Não quero parecer pedante, nem hipster das ruínas, muito pelo contrário. É só porque as pessoas falam tanto, colocam o lugar tão lá em cima, que é chato chegar e ver que não é bem aquele conto de fadas, sabe? Acho que se eu tivesse ido com as expectativas mais baixas, teria gostado muito mais!
Sei que é um relato um pouco diferente do que as pessoas dizem por aí, mas foi minha opinião. Se fosse para eu escolher um lugar bem foda do país, por exemplo, escolheria Caral a Machu Pìcchu, sem dúvidas.
Enfim, depois de saírmos do parque, voltamos para Aguas Calientes, comemos em um restaurante e já fomos para a estação. Voltamos no mesmo dia para Cusco, onde dormimos mais uma noite e voltamos para Lima no dia seguinte. De Lima seguimos no mesmo dia para Huaraz, então essa é a próxima, e última parte do meu diário!
Espero que vocês estejam curtindo e que ninguém me mate pelo relato de hoje, rs.
Ah, resolvi fazer um Flickr e lá coloquei muuitas fotos da viagem, quem quiser me acompanhe por lá também!
🙂

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DIÁRIO DE VIAGEM: PERU – PARTE IV

AE!
Como prometido, estou falhando tentando agilizar esse diário, então vamos lá!

Bom, acho que a parte de Cusco vai ser a mais longa do diário, foi onde ficamos mais tempo e fizemos mais coisas, então nem vou arrastar muito, #partiu!
Como disse na parte III, saímos de Ica, voltamos para Lima, fomos direto para o aeroporto e pegamos o vôo para Cusco no mesmo dia. Voamos de Star Perú, e como eu já disse também, é uma ótima empresa. Recomendo por não ser a mais barata, nem a mais cara e ter qualidade. O serviço de bordo é ótimo e o vôo, no geral, foi muito bom também.
Compramos as passagens aqui do Brasil, mesmo, pelo site da empresa.
Chegando em Cusco conseguimos uma van para nos levar até o albergue. Nas saídas dos aeroportos o assédio dos taxistas é imenso, então meu conselho é respirar fundo e barganhar, sempre! Nós achamos que tínhamos feito um bom negócio com a van e no fim das contas ainda tinha saído por um preço injusto.
Acho muito difícil conseguir sair do aeroporto pagando o correto pela corrida, pois não sabemos ao certo as distâncias do lugar e fica fácil cair na conversa dos taxistas. Mas fique esperto para não acontecer o mesmo na volta!
Nosso albergue foi o Vip House Hostel, também reservado pelo Hostelworld. Recomendo bastante o albergue. O serviço é ótimo, o café da manhã é bom e os quartos também. O problema é o mesmo de todos banheiro/chuveiro, pouca água, difícil de esquentar, essas coisas. Fora isso é um bom lugar para ficar.
Recomendo também pela boa localização, de onde fica o albergue dá pra conhecer todo o centro a pé, mesmo.

No primeiro dia não fizemos praticamente nada. Ficamos no albergue para dar uma descansada e acostumar com a altitude. É complicado querer fazer alguma coisa assim que chega, pois o corpo estranha um pouco.
Sobre a altitude, esse é um problema que varia muito de pessoa para pessoa. No nosso grupo, eu por exemplo, sofri com falta de ar quase o tempo todo, já meu irmão nem parecia que tinha passado por alguma variação. Parte do nosso grupo sentiu, parte não. Varia demais e está ligado a pessoa, mesmo.
Eu acabei não tomando nenhum remédio, apenas o ‘chá de coca’ que também não achei que ajudou muito. É um chá comum e, para mim, teve efeito de mate/verde.
Eu fui apenas andando mais devagar e tomando meu tempo para respirar. Em alguns casos foi difícil, mas deu pra ir, em outros foi de boa.

No segundo dia fomos decidir o que seria feito dos nossos próximos dias. Procuramos alguma informações e descobrimos que seria necessário ‘contratar’ uma agência para conseguir os transportes que levam até cada passeio.
É bom lembrar que o melhor de Cusco está nas redondezas da cidade, então os melhores passeios precisam de transporte. O turista precisa necessariamente de duas coisas em Cusco: primeiro comprar o ‘Boleto Turístico‘ que é um ingresso que vale para todos os locais que você não pode deixar de ver. Ele é caro, $130,00 soles para não estudante e $70,00 para estudante, mas ele pega TUDO que você vai conhecer e na verdade, no nosso sobraram vários lugares que não tivemos tempo de ir.
Em segundo lugar, achar uma agência para fechar os ônibus turísticos para cada passeio. Isso é meio complicado porque você tem que ficar espero para não cair em ciladas e, ao mesmo tempo, não sabe ao certo onde ir. Escolhemos uma agência meio que na sorte mesmo e deu certo o nome é ‘Peru adverture trek’, fica na frente da praça central, que tem a catedral, em um corredor, perto de um restaurante bem chique.

No mesmo dia, depois de tudo acertado, decidimos pegar o city tour que começaria às 13hrs para aproveitar o dia. Achamos que pelo nome seria algo mais cidade, mas não. Já começamos saindo de Cusco e indo para Qorikancha (passeio que não estava incluído no boleto!), o lugar era um antigo Templo do Sol que, na época da dominação espanhola, foi substituído por uma igreja católica, aproveitando a estrutura do lugar.
Depois fomos a Saqsayhuamán, que era uma antiga forteleza inca. Depois visitamos Tambomachay, que era uma lugar destinado ao culto à água e também ao descanso do imperador. O último lugar que passamos foi Q’enqo, um templo central com várias galerias subeterrâneas. Posso dizer que meu lugar preferido do dia foi Saqsayhuamán, pelas contruções e o lugar serem maiores, achei bastante impressionante.

No segundo dia de Cusco nosso passeio saiu mais cedo. Por volta de 9:30hrs da manhã. Eu esqueci o ‘boleto’ no albergue, tive que voltar correndo, perdi o ônibus e tive que chegar até a primeira parada de táxi. Foi um strees, mas eu não estava sozinha (um dos meus amigos foi comigo) e o pessoal que organiza as excursões providenciou tudo certinho para encontramos o grupo.
A primeira parada foi Pisac, é um dos sítios arqueológicos mais importantes do Vale Sagrado. Tem uma mistura de contruções incas e coloniais. Depois fomos para Ollantaytambo, que é a única cidade da Era Inca que ainda é habitada no Peru. Seus pátios mantém arquitetura original e esse é um dos pontos de partida do caminho até Machu Picchu.
O último ponto do dia foi Chinchero, um lugar onde tivemos uma explicação de como são tratadas e tingidas as lãs de alpaca, usadas para confecção de roupas, bem legal! De todos os passeio do dia, meu preferido foi Ollantaytambo, com certeza. É um ‘esquenta’ de Machu Picchu e eu gostei bastante da arquitetura do lugar.

No nosso último dia de passeios em Cusco fomos até as Salinas de Maras. É um local de extração de sal, onde a água de uma lagoa salgada é direcionada para várias ‘lagoas’ onde acontece a evaporação e a extração de sal. Depois das Salinas, visitamos Moray, um lugar que era destinado a agricultura com sistemas de irrigação. O lugar é bem legal e tem uma arquitetura um pouco diferente do que a gente já tinha visto.
Como nesse dia foram apenas dois lugares, é mais díficil dizer o que gostei mais. Achei os dois bem impressionantes, cada um no seu estilo e recomendo a visita de ambos!

*Todas as fotos por Gabriela Pedrão

Cusco é o lugar que mais oferece ‘vida noturna‘ pra quem está afim. Nós não fomos em nenhuma balada, os dias eram tão puxados que nunca rolava ânimo para chegar, tomar um banho, comer, se arrumar e sair. No máximo era uma cervejinha no albergue, mesmo! rs.
Depois disso, no domingo fomos para Aguas Calientes, povoado de Machu Picchu. Então é sobre isso que vou falar na próxima parte!

No geral eu gostei muito mesmo de Cusco. A cidade é bem bonita (bem mais que Lima!) e os passeios que oferece são muito bons! Não teve nenhum lugar que não gostei, ou acredito que pudesse ser substituído por outro passeio. Curti tudo!
São passeios muito cansativos, então recomendo a quem for roupas confortáveis, muito protetor solar, e roupas para muito calor e muito frio no mesmo dia!

Bom então essa foi a quarta parte do meu dário! Na próxima, como já disse, vou falar de Machu Picchu! o/
Espero que vocês estejam curtindo e que ainda não tenham cansado! rs.

🙂

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DIÁRIO DE VIAGEM: PERU – PARTE III

AE!
Vamos andar com isso, née? rsrs.

Então, depois da nossa primeira parada, Lima, fomos para Ica/Huacachina. Deixa eu explicar melhor: Ica é uma cidade relativamente próxima de Lima (4 hrs!) e Huacachina é o oasis que fica do ladinho dela! 
Sim oasis! Legal, né?
Então saímos do albergue de Lima cedinho e fomos pegar um ônibus para Ica. No Peru não existem rodoviárias, cada empresa viária tem seu próprio terminal. Existe apenas um terminal maior que é como se fosse uma rodoviária, mas para Ica não saímos dele. Fomos até o terminal da Cruz del Sur, que já havíamos visto que era uma boa empresa e fomos por ela até Ica. 
A passagem Lima – Ica custou $36,00 soles (o nuevo sol vale mais ou menos R$0,80, ok?) ida e o mesmo a volta. A viagem foi tranquila, a empresa é boa, segura, o ônibus relativamente confortável e tem inclusive serviço de bordo (lanchinho)! 
Chegando em Ica pegamos um táxi até Huacachina, que foi onde ficamos hospedados (Deu $7 soles, mais ou menos, o táxi). No oasis ficamos hospedados no Hotel El Huacachinero, o único lugar que não reservamos pelo Hostelword, achamos em um guia, e recomendo muito! O hotel é ótimo, super bonito e confortável. Tem café incluso e é um ótimo café, o melhor que comemos
O hotel tem um restaurante muito bom (mas não muito barato!), tem piscina e tals, mas não aproveitamos, pois estava frio
Assim que chegamos já deixamos as coisas no hotel e fomos atrás de um passeio pelas dunas. Queríamos aproveitar a tarde e o melhor horário que eles indicam para o passeio (por volta das 16hrs!). Acabamos fechando o esquema todo no próprio hotel, no fim das contas quase todo lugar tem o mesmo preço
Gente, preciso falar do quanto é divertido! O jipe sobe várias dunas super altas e faz aquele esquema de montanha russa de descidas super inclinadas! É muito legal. Então ele dá uma zoada nesse sobe e desce e depois para em algumas dunas pra você descer estilo sandboard (que na real é esquibunda! rsrs).
Fiquei com um certo medinho na hora de descer, mas todo mundo foi e eu não ia arregar ali, né? rs. Respirei fundo, deitei na prancha e mandei ver! Não podia ter feito coisa melhor! A sensação de medo vai emobra rapidinho e depois que chega lá embaixo você já tá querendo ir de novo! rsrs.
Tem que tomar uns cuidadinhos básicos pra não se entupir de areia (meu irmão rolou no meio da descida e ficou à milanesa! kkk) e nem se ralar/machucar. Eu tonta não prestei atenção em uma das últimas descidas e meti meu queixo na prancha! Fiquei uma semana com um roxo e um galo, rs.
Enfim, depois das descidas fomos ver o pôr do sol e voltamos para o hotel.
*Obs.: Todas as fotos do passeio desse dia foram tiradas apenas pelo celular. Não quis levar minha câmera e correr o risco de danificar a lente ou algo assim com a areia.

No outro dia fomos visitar as Ilhas Ballestas. É uma reserva bem legal, relativamente próximo a Huacachina. Uma van buscou a gente no hotel e fomos. Lá você pega um barco e vai até a ilha, onde dá para ver pinguins, vários tipos de pássaros, leão marinho, focas, até golfinhos! É um passeio bem delícia, não se sai do barco, mas vale muito a pena! Amei muito ver pinguins de pertinho! ❤

Depois das ilhas, fomos à Reserva de Paracas, é um complexo protegido, pertinho das ilhas. O passeio começou com uma visita ao deserto da Reserva e passamos por diversos pontos e praias para visitar e fotografar. É muiito lindo!
FOTOS PARACAS

Depois desse passeio voltamos para o hotel e como ainda estava cedo aproveitamos que o hotel dava passagem direta para uma duna bem pertinho e fomos tentar chegar ao topo para ver o fim de tarde! O duro foi subir! rsrs. Sofremos bastante, mas valeu a pena, vi um pôr do sol para não esquecer nunca mais na vida!

*Todas as fotos por Gabriela Pedrão.
Bom depois disso tudo, nos despedimos de Huacachina e voltamos para Lima. Fizemos o caminho inverso (táxi para Ica e ônibus para Lima) e do terminal direeeto para o aeroporto, pois iríamos para Cusco no mesmo dia!
Então essa foi a terceira parte do meu diário e na próxima vou falar de Cusco!
Vou tentar não demorar tanto de um post para outro! (é que dá um trabalhinho lembrar de tudo certinho, rs).
Quem quiser ver mais fotos e um vídeo da duna, é só dar uma olhadinha lá no meu Instagram!
🙂

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DIÁRIO DE VIAGEM: PERU – PARTE II

OI!
Bomm, vamos continuar com esse diário antes que esfrie, né!? rs.

Como eu já tinha dito na primeira parte, nossa primeira parada foi Lima! Saímos de Ribeirão Preto no dia 03 de Julho, de ônibus, para Guarulhos. Chegamos na madrugada do dia 04 e pegamos às 6hrs o voô direto para Lima. O voô durou quase cinco horas, bem tranquilo!
Chegamos na cidade por volta das 9hrs da manhã. O fuso horário é de duas horas a menos de lá para o Brasil, bem sussa! 
Nosso albergue havia oferecido um traslado que deu por volta de U$5 (isso mesmo, dólares!) e chegamos tranquilos na medida do possível, acho que o preço foi meio justo, pois o aeroporto de Lima é meio distante
Nosso albergue foi o Backpacker’s Family House, reservado pelo Hostelworld, como eu já havia dito. É um albergue ok/bom, fica no bairro de Miraflores, acredito que esse seja o melhor bairro para se hospedar, tem bastante opção para comer e tals e é um bairro bem agradável, próximo ao centro. Ficamos em um quarto para sete, sem misturar com outras pessoas e banheiro privado. A estrutura do albergue é boa, só o quarto que tinha aquele cheirinho de mofinho e o chuveiro que tinha pouca água, de resto, quanto a estrutura, estava bom. 
O café era ok, tinha o básico e dava pra sair de lá sem estar morrendo de fome, um pão, manteiga, geléia, café e fim. Uma observação: o café do Peru é horrível! Não tomei nenhum café que gostei, sempre fraco, quase um chá! (isso porque eu gosto de café beem forte e sem açucar! rs).
Agora o que nós definitivamente não curtimos no albergue: atendimento! O staff era péssimo! Uma moça com total má vontade de ajudar/trabalhar, sempre com cara amarrada! Acho isso extremamente chato, porque quanto você está em outro país precisa de dicas, informações, ajudinha para algumas coisas e espera encontrar isso no lugar mais óbvio: onde você está hospedado! E lá não rolou… uma pena!
Mas vamos ao que interessa! Passamos apenas três dias em Lima, na cidade mesmo, só dois. A cidade não tem muuitos atrativos (algumas pessoas vão direto para Cusco, até!) nesse primeiro dia, como estávamos meio cansados da viagem só andamos por Miraflores e procuramos um lugar para comer.
A comida no Peru é um caso a parte! Dificilmente você vai gastar muito para comer bem, a menos que queira! O que mais rola por lá é o ‘menu turístico‘ que consiste em uma entrada (normalmente é uma sopa!) + um prato principal (que você escolhe entre as opções disponíveis) + uma bebida, ou às vezes, sobremesa. Tudo isso por uma média de $9 -12 soles! Dá pra comer bem sem gastar muito.
O único grande problema da comida do Peru em geral é que eles comem muita fritura! Foi bem difícil para nós isso, ninguém do grupo estava habituado com tanta fritura! E não é de leve, não! É daquelas bem pesadas! Vou falar das consequências mais pra frente… rs.
A alimentação lá é basicamente peixe ou frango e batata. Tudo frito! Em todo lugar essas vão ser as principais opções (baratas, rs).
Para ilustrar o que digo, nossa primeira refeição:
Bom, fora isso fomos até um mercado, compramos algumas frutas e depois jantamos.
No dia seguinte, antes de ir para o centro visitarmos Huaca Pucllana em Miraflores, mesmo. É um sítio arqueológico do que era um centro cerimonial. A construção tem uma pirâmide no meio e é muito legal, impressionante ver uma coisa assim no meio da cidade! A entrada é paga e custou $5 soles, para mim, que sou estudante, fora estudante, acho que era $10! Aliás essa é uma dica: quem é estudante não deixe de levar carteirinha! Ela é válida lá e todos os locais que pagavam meia eu consegui entrar com ela!
Eu fui burra e não percebi que minha câmera estava no modo tungstênio, então as fotos desse dia ficaram todas uma porcaria! Mas vou colocar mesmo assim, rs:

Depois de Huaca, pegamos um táxi e fomos até o centro de Lima. Já vou aproveitar aqui e colocar uma dica importante sobre Lima (e Peru em geral): Barganhe! Não importa onde você esteja e nem no que você vai gastar seu dinheirinho, barganhe! E nunca ache que o valor é justo, porque lá é foda pra isso. Táxi e restaurante é o que você mais precisa barganhar!

Enfim, no centro de Lima demos uma passeada geral, não conseguimos entrar na Catedral, pois estava rolando um casório, mas andamos um pouquinho e fomos visitar o Convento de São Francisco, onde tem as famosas catacumbas!
Foi um passeio muuuito legal e eu recomendo muito todos fazerem! Fui surpreendida pois achei que seria apenas uma igreja, mas não! O lugar é bem legal, tem até uma biblioteca lindona (nem amei, né? rs) com aproximandamente 25 mil volumes e que começou a ser formada por volta de 1500!
As catacumbas são um detalhe a parte e sensacionais! O lugar é todo macabro e cheio de ossos arrumados por todo canto! Demais! Deixo aqui uma observação especial para o guia que nos acompanhou, muito bom! Ele foi todo performático, dando explicações dramáticas da história do lugar e deixou a visita mil vezes mais legal! Curti muito.
A entrada foi $3,50 soles, pagando meia, e a visita guiada está inclusa! O site para quem quiser mais informações.
Infelizmente não é permitido fotografar nenhuma parte desse passeio! =/

Depois disso passeamos mais pelo centro e andamos pelas mil feiras de artesanato que tem por ali. Já aproveito para deixar a dica de que, se você gostar de algo nessas feiras, barganhe e compre por lá mesmo! Como nós tinhamos acabado de chegar, eu gostei de várias coisinhas, mas achei que seria melhor deixar para comprar mais pra frente e me dei mal! Lima não é tão turística quanto as outras cidades que passamos, então lá os preços estavam bem melhores
Depois disso acabamos jantando pelo centro, mesmo. Estava totalmente impossível pegar um táxi de volta para Miraflores na hora que decidimos voltar (por volta das 20hrs) e resolvemos jantar para passar o tempo.

No nosso terceiro e último dia em Lima, não ficamos em Lima! rsrs. Fomos até Caral com um passeio que havia sido contratado aqui do BR. Uma van foi nos buscar no alergue beeem cedinho, por volta de 6hrs e nos levou, com um guia, até Caral.
Caral fica a uns 200km de Lima e é a segunda civilização/cidade mais antiga do mundo! É uma visita que vale muito a pena, o complexo do sítio arqueológico contempla cinco pirâmides e dois templos. O lugar é uma descoberta recente, os primeiros indícios de sua descoberta foram em 1949, mas só em 1994 a cidade foi devidamente identificada e as escavações começaram em 1996.
É um lugar surpreendente, a visão das pirâmides e o fato daquele ser um lugar tão antigo me deixaram impressionada. Posso dizer que esse foi um dos meus lugares preferidos de toda a viagem, senão o preferido, mesmo. A atmosfera lá é muito bacana e eu achei bem mais ‘contagiante’ do que Machu Picchu, por exemplo, mas explicarei o motivo quando chegar lá! rs.
Nem preciso dizer que indico, né? Enfim, fomos, como eu disse com um guia contratado, que foi excelente em todos os aspectos. O tour em Caral inclui uma visita guiada, normalmente, mas nosso guia foi junto com a gente e a própria guia de Caral e, na boa, explicou e falou bem mais que ela
O passeio que contratamos incluia o transporte, o guia, um pequeno café da manhã (que comemos na van mesmo) e um almoço. O facebook do nosso guia é esse, para quem se interessar.

Depois disso, já volta em Lima, apenas jantamos e arrumamos nossas coisas pois no dia seguinte iríamos para Ica!
Bom gente, essa foi a primeira parte da viagem em si! Espero que vocês tenham gostado e que seja útil para os próximos viajantes que vão para o Peru. Na próxima parte vou falar de Ica e Huacachina!
Para quem quiser dar uma olhada em outras fotos, me segue lá no Instagram! Lá tem várias!
Até a próxima parte!
🙂

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DIÁRIO DE VIAGEM: PERU (PT. I)

AE!
Então, como disse hoje mais cedo, eu estava de férias viajando com alguns amigos para o Peru. Foram 17 dias bem intensos e corridos, cheios de coisas para fazer e ver. Então achei que agora, depois de voltar, seria legal dividir minhas experiências aqui no blog!
Resolvi fazer um diário atrasado de viagem, contar como foi, o que fizemos, os lugares que ficamos, enfim, um pouco de tudo! Essa vontade de relatar aqui o que passamos é em parte também uma vontade de falar um pouco sobre o lugar e dar algumas dicas que nós mesmos procuramos muito antes de viajar e não achamos. Quem sabe assim eu consigo ajudar alguém que está indo e tem as mesmas dúvidas e inseguranças que tivemos!
Bomm, vamos lá!

Vou fazer o diário em partes. Cada parte correspondente a uma cidade, assim fica fácil para eu falar do que achei de cada lugar e contar dos passeios, albergues, comidas, transportes, enfim, tudo!
Para já adiantar a ordem, nós passamos por cinco cidades, que também será a ordem do diário: Lima – Ica (Huacachina/Paracas) – Cusco – Machu Picchu Pueblo (ou Aguas Calientes) – Huaraz.
Nesse post resolvi começar falando sobre nosso planejamento! Como começamos e o que fizemos aqui no Brasil antes de ir. Então vamos lá!

Sobre reservas e transportes: A primeira coisa que fizemos foi comprar as passagens. Compramos um voô de São Paulo (Guarulhos) para Lima. A empresa foi a Avianca e eu recomendo fortemente! O voô foi ótimo, tranquilo, com atendimento ótimo, boa refeição e confortável na medida que um avião de classe econômica pode ser!
Compramos as passagens com um mês de antecedência, mais ou menos. Tem gente que diz que as passagens precisam ser compradas muito antes, mas nas nossas pesquisas  ficamos de olho nos preços e não houve muita diferença. Valeu a pena e no final comprar mais em cima saiu mais barato do que com muita antecedência.
Nós viajamos em um grupo de sete amigos e só ficamos em albergues, com excessão de Huacachina que ficamos em um hotel. Todos os albergues e o hotel foram reservados daqui do Brasil pelo Hostelworld, umas duas semanas antes da viagem. 
Os transportes foram um pouco comprados aqui e um pouco lá. Como iríamos para Cusco, compramos as passagens áreas aqui no BR, pois de ônibus são 24hrs de viagem e não queríamos perder tanto tempo na estrada. Viajamos de Star Perú e também recomendo, não é a mais barata, mas também não é a mais cara! Viajamos bem e com tranquilidade.
As passagens de trem da Peru Rail que levam até Machu Picchu Pueblo (ou Aguas Calientes) também foram compradas aqui, na mesma época, mas quando chegarmos na hora certa falarei sobre isso!
Viajamos de ônibus também, para Ica (Huacachina) e Huaraz, mas essas compramos lá mesmo, um pouco antes de viajar e deu certo. Recomendo fazer o mesmo, pois não há problemas, quando for falar das cidades falo também das empresas de ônibus.

Sobre documentos: Quanto a isso lá é bem tranquilo. Como país da América Latina e do Mercosul, nós brasileiros podemos entrar no país apenas portando o RG! Mas atenção, precisa ser uma versão mais atualizada, ok? Nada de RG de 15 anos atrás, porque não é aceito! Eu renovei meu RG e junto com ele levei meu passaporte, mas mais para colecionar o carimbo do país, mesmo! rs.

Sobre dinheiro: Outra coisa que também está no planejamento e que sofremos um pouco foi o dinheiro. É complicado viajar para um país onde a moeda é meio desconhecida como no Peru (que se usa Novos Soles). Passamos um certo aperto na hora de decidir como levar a graninha de cada um e qual seria a melhor forma, então vou falar o que fiz e achei que deu certo.
Depois de ler em váarios lugares mil coisas diferentes e de não achar de jeito nenhum a moeda peruana aqui no BR pra comprar resolvi o seguinte: Levei comigo uma quantia em dólar, para trocar lá e já ter uma grana em espécie na mão para táxi e primeiros gastos e liberei meu cartão do banco para uso internacional.
Usar o cartão, pelo que vi por aí, é uma prática que divide opiniões. No cartão você vai pagar para sacar a taxa do seu banco + uma possível taxa do caixa eletrônico peruano + IOF, mas mesmo assim eu acabei usando.
O dólar tá bem caro, apesar de lá a cotação ser amiga (trocamos com o valor de U$2,77), é chato ficar nessa vida de depender da cotação e de andar com muuita grana de uma vez. Eu sou cliente do Banco do Brasil, fui até lá liberei meu cartão para débito e crédito internacional e fiz questão de ver direitinho se estava tudo certo. Vi várias pessoas reclamando por chegar lá e não conseguir fazer operações e não queria que isso acontecesso comigo.
A moça do banco verificou tudo e inclusive colocou meu nome em uma ‘lista de restrições’ para uso do cartão na américa latina, pois ela me disse que estão acontecendo vários golpes e fraudes, então os bancos estão restringindo o uso de cartões fora. Não sei até que ponto isso é verdade, mas sei que deu certo, usei tranquilamente meu cartão sem nenhum problema.
Como disse, levei uma parte do que iria gastar em dólar e depois que acabou eu fiz apenas saques. Não gosto de cartão de crédito e uso o mínimo possível, então lá não passei ele em lugar nenhum, apenas fiz a liberação para alguma emergência. 
Sobre os saques: é legal procurar um caixa eletrônico que não cobre taxa pelo saque, senão você paga a do seu banco, que no meu caso eram R$12,00 + a do caixa peruano, que giram em torno de 14 soles + IOF. Eu fiz saques no City Bank e no Scotialbank sem nenhum tipo de taxa peruana, apenas a do Banco do Brasil e IOF, então recomendo esses caixas eletrônicos.
É meio chato, mas eu achei essa uma boa opção e me senti bem dessa forma. Não tive problemas com saques, nem dor de cabeça com dinheiro em geral, então recomendo esse esqueminha que fiz! Lí que algumas pessoas não conseguiram sacar valores maiores que 200,00 soles, eu consegui nesses bancos que citei sem problemas, também.
*Sobre o VTM: Só por curiosidade cheguei a ver o Visa travel money (VTM), cartão de débito que eu já tinha usado para viajar para a Europa. Mas no caso do Peru não vale a pena! Você tem que ter um VTM em dólares, carregar ele e quando usar pagará o IOF + 4% de taxa para câmbio de moeda! E se sacar + U$2,50 por saque! São muitas taxas num cartão só!
Sobre a mala: Ainda na preparação, como viajamos em Julho, que é inverno, fiz uma mala voltada para esse clima, com algumas coisas de calor caso fosse necessário. No final das contas usei de tudo por lá! Passamos por climas muito diversos e pra quem vai nessa época, acho válido fazer o mesmo!
Aconselho um casaco que corte vento, é o que você mais vai usar por lá! Venta demais nos lugares abertos e altos, então é necessário. Eu levei um super casaco pesado, quase até o joelho, que usei na Europa, e foi a maior bobeira, quase nem usei
Acho que um bom corta vento, um outro casaco quente que te agrade e blusas para por por baixo (tricots, lãs, etc.) já fazem bem o serviço. Optei por não levar jeans, odeio jeans para caminhadas e afins e não me arrependi. Levei apenas leggings e uma segunda pele bem grossa que deram conta do recado muito bem!
Quanto a sapatos, se você pretende fazer uma viagem assim e ainda não tem um tênis/coturno de trekking, pode ir atrás que vai precisar! É basicamente o único sapato que se usa e foi o que mais usei. O meu é um Bull Terrier que tenho há quatro anos e até hoje está perfeito, e olha que já andou, hein!
Levei também duas botinhas sem salto e de cano baixo para passeios mais urbanos e para sair para jantar e tals, porque o pé cansa de tênis também… 
Indico colocar bastante camisetinhas, blusas de manga de algodão e regatas na mala. Essa é uma viagem que se transpira muuito, então você vai precisar sempre estar com uma dessa opções por baixo de tudo, porque em algum momento do dia, você chegará nelas, rs. 
Fora isso tudo levei uma saia para usar com meia calça, caso aparecesse alguma baladinha, uns acessórios mais ajeitados, uma make fácil de carregar, mas que se sairia bem caso eu precisasse e… não usei nada! kkkk, mas calma, em Cusco tem várias baladas, pra quem quiser e se animar, mas o ponto é que a gente não deu conta! Chegávamos tão cansados todos dias que todo mundo queria só comer e dormir, rsrs.
Ainda bem que levei beem pouca coisa com essa intenção e não perdi tempo/espaço na mala com isso!

Bomm, acho que de ‘planejamentos iniciais’ isso era tudo que eu tinha para contar aqui! Caso eu lembre de mais alguma coisa vou atualizando, e se alguém quiser saber de algo é só perguntar nos comentários!

Na próxima parte vou começar a falar da viagem de fato e de Lima, a primeira parada! 😉
Quem quiser ir antecipando, pode ir lá no meu Instagram e ir dando uma olhadinha nas fotos!

🙂

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